Sei que estou sempre trabalhando no lugar certo, com as pessoas certas e que aprendo todas as lições valiosas que minha alma precisa aprender!
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sexta-feira, 29 de outubro de 2021
BARDO THODOL LIVRO TIBETANO DOS MORTOS
Bardo Thodol
Livro Tibetano dos Mortos
"libertação do estado intermediário"
"Oh amigo, o tempo caminha em direção a você para leva lo a novos planos de realidade...
O seu ego está em jogo de acabar...
Você está se pondo em frente da LUZ CLARA...
Você está experimentando esse novo estado!
Estado de liberdade sem ego onde todas as coisas são como um céu...
E o intelecto nu e limpo é como um espaço aberto...
Nesse momento habita conscientemente esse estado"...
Esse é o estado de ego totalmente domado...
Recorda, essa é a hora de deixar algo ir para o novo chegar...
Aproveita esse espaço aberto para atingir o perfeito e iluminado estado!
Ilumine se concentrado na unidade de todos os seres vivos...
Mantido sobre a Luz Clara!
Usa esse estado para alcançar o entendimento e o amor...
Em vez de olhar para os desafios mantenha se focado na Luz Clara da Consciencia plenamente elevada...
As alucinações que você podera experimentar agora, as visões e introspecções lhe ensinarão muito sobre você e o mundo. (Essa é a tecnica proposta pela obra para olhar suas emocoes, pensamentos e sentimentos nesse momento).
O véu da rotineira percepção será mudado em sua percepção...
Recorda a unidade de todas as coisas vivas...
Recorda a gloria da Luz Clara...
Deixe se guiar por meio da nova vida que vem...
Deixe se guiar por meio das percepções dessa experiência...(aceite o convite do universo, essa é uma oportunidade unica de aprendizado, respire e esteja presente. Assim podemos estar disponiveis e preparados para tudo que se apresentar).
Ao se sentir confuso, invoca a memória de seus familiares, parentes, amigos e de mestres...
Mantenha se na experiência da Luz Clara...
Recorda, a Luz Clara é a energia vital, a chama sem fim da vida...
Um ondulante e sempre mudável torvelinho de cor pode apoderar-se de sua visão. Essa é a incessante transformação da energia. (Esse momento que estamos vivendo faz parte da impermanencia, faz parte da incessante transformacao de energia e nem é ruim, nem bom. Como ensinam aceite o convite do universo, essa é uma oportunidade unica de aprendizado, respire e esteja presente. Assim podemos estar disponiveis e preparados para tudo que se apresentar.
Lidar com isso, evitar pensar nos opostos, evitar comparacoes...
Esta é a hora da morte e renascimento.
Aproveita esta morte temporal para atingir o perfeito estado.
Ilumina-te. O processo vital.
Não temas.
Entrega-te a ele.
Une-te.
Forma parte de ti.
Tu és parte dele.
Deixe o ego render se...
Isso acontecera varias vezes, o processo de morte do ego ocorre por fases e é ondulatorio. Deixe-o morrer...
"A quieta felicidade mais além de todas as transformações. Tua própria consciência, brilhando, vazia e inseparável": reconheça tudo que for transitorio como ilusorio (pensamentos, sentimentos, emoções etc) e procure por aquilo que sempre está lá, que sempre esteve lá, que é sua consciencia:
"Tua própria consciência, brilhando, vazia e inseparável".."
Uma adaptação amorosa e respeitosa que fiz utilizando recursos da PNL e Coaching.
terça-feira, 13 de setembro de 2016
“Há vida na morte”.
A consciência inferior se expande e se funde
na LUZ CLARA DA CONSCIÊNCIA PURA E PLENAMENTE
ELEVADA...
A gota d’agua se une ao oceano...
O amor menor se une ao Amor Maior...
Metáfora
“Há vida na morte”.
(História contada pelo Rabino Nilton Bonder, A arte
de se salvar, Ed. Imago, p.132.).
Em uma pequena cidade várias pessoas sonharam um
mesmo sonho. Nesse sonho premonitório, todos recebiam a mesma mensagem: Em
determinado dia e hora os mortos ressuscitariam por um período de meia hora.
Revelado o segredo a cidade toda começou a se preparar
para o incrível acontecimento. Familiares de pessoas falecidas quase
enlouqueceram, na expectativa de tão ansiado e breve encontro.
No dia marcado, na hora marcada, sucedeu que os
mortos levantaram de suas tumbas.
O povo reunido na porta do cemitério, nem aguentava
mais de tanta emoção!
Para surpresa de todos, os mortos ressuscitados
puseram-se a correr, passando ao largo de seus familiares como se nem os
reconhecessem.
Perplexo e assombrado, o povo começou a seguir os
ressuscitados para saber aonde iam.
Descobriram
então que todos corriam para a casa de estudos e que, de maneira desvairada,
retiravam livros das prateleiras e os liam ardorosa e compulsivamente, querendo
absorver até o último segundo de seu estudo!
Passada exatamente meia hora, como colegiais que se
apegam até o último instante às suas provas, eles foram voltando pouco a pouco
até suas tumbas.
A moral da história está exatamente no discernimento
que os mortos redivivos demonstraram em relação à importância do tempo que
lhes foi dado! Caso tivessem em vida, todo o conhecimento que agora
dispunham, teriam com certeza, vivido suas vidas de maneira diferente...
Ensinamentos
Budistas nos orientam a incluir a morte na vida, a refletir diariamente a
respeito dela e sobre o quanto essa vida é passageira, pois isso nos ajudará a lidar
melhor com os desafios e conflitos, a aperfeiçoar melhor o tempo que temos em
vida e a alcançar níveis cada vez mais elevados e puros de consciência.
Muitas
vezes, sustos grandes que nos fazem lembrar que a morte existe, nos levam automaticamente
a refletir sobre a certeza de que nosso corpo é mortal e a ficarmos mais sensíveis para reconhecer os benefícios do verdadeiro
desenvolvimento espiritual[1]...
Segundo
Bel César, “A morte é uma experiência muito difícil se estivermos despreparados para
lidar com ela. Pois quando não podemos mais nos apoiar no mundo exterior,
contamos apenas com nosso eixo de segurança interna”.
Pensar
na morte e dar um significado especial para ela nos levará a refletir melhor sobre
a vida, a ressignificá-la, desfrutá-la mais conscientemente, a nos sentir
gratos por estarmos vivos, a nos percebermos energeticamente despertos e a nos tornarmos
mais familiarizados com ela em termos positivos.
Aprendemos
no Livro Tibetano do Viver e do Morrer de Sogyal Rinpoche, Ed. Talento, “... que a morte é um processo de dissolução
gradual.” Que todas as experiências
de medo, angústia, tristeza, fobias e pânicos, durante o processo de morte,
acontecem por nos apegarmos a crenças que desenvolvemos em vida.
Para
Lam Rim, existem 03 considerações
sobre a mortalidade, que nos beneficiarão na hora da morte e auxiliarão a despertarmos
para uma consciência mais elevada ainda neste plano e com este corpo:
1. A morte do corpo é certa e inevitável.
2. Nunca sabemos quando nosso corpo irá morrer.
3. No momento da morte, só uma coisa poderá nos ajudar:
o desenvolvimento espiritual que tenhamos praticado até então.
As
marcas, os rastros que vamos deixando de amor, sabedoria, paciência, dedicação,
disciplina, perseverança e compaixão, auxiliarão a nos desenvolvermos espiritualmente,
a termos uma percepção de morte mais ampla e por consequência, a vivermos mais
alegres e plenos e assim, podermos morrer em paz, serenos, tranquilos e com a
missão cumprida!
Portanto,
muitas filosofias nos recomendam aproveitar a vida para purificar nosso
processo mental e auxiliar os outros a fazerem o mesmo!
Segundo
sabedorias milenares, para purificarmos nosso processo mental e expandirmos
mais e mais a consciência, é necessário adquirir familiaridade com nosso mundo
interior, pois independentemente de um sistema religioso, quando desenvolvermos
mais compaixão, amor e paciência de nós para nós, vibraremos em níveis elevados
de consciência, com resiliência necessária para perceber vida na morte e por
consequência estaremos em mais condições para entender e acolher melhor o outro
além de suas vontades e carências imediatas, atende-lo em suas necessidades
internas!
E
caso a gente se depare com a proximidade da morte e nem tenha um método de
interiorização que nos dê força interior e sabedoria para lidar com a situação,
pode ser importante, buscar auxílio exterior de alguém que nos ajude naquele
momento, a dar um salto em nosso desenvolvimento espiritual!
Desejo
sucesso em seu processo de: purificação mental, desenvolvimento espiritual,
reconhecimento e cuidado da essência desta vida humana e, com certeza, no que
depender de mim, conte comigo!
Bênçãos
e felicidades!
Abraços,
Norma
Assunção
Reflexões
com base nos livros:
O
LIVRO TIBETANO DOS MORTOS da Ed. Rocco, O LIVRO DAS EMOÇÕES de Bel César da Ed.
Gaia, A ARTE DE SE SALVAR do Rabino Nilton Bonder da Ed. Imago e LIVRO TIBETANO
DO VIVER E DO MORRER de Sogyal Rinpoche, Ed. Talento.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Nascer... viver.... morrer... renascer... reviver... transcender...
Você que está aí...
Caminha em direção
a um novo rumo...
É momento de
alcançar altos níveis de consciência!
De experimentar...
de ver... de ouvir... de sentir que há um novo momento...
Há uma liberdade maior
quando nos conectamos a níveis elevados de consciência...
Eles são
desconectados de ego...
E quando nos
desconectamos de ego experimentamos um estado
mental livre...
Livre de ego...
vazio... limpo...

Podemos dizer que na transcendência há uma espécie de morte...
Algo morre para
algo nascer...
E nessa “morte” alcançar
momentos de iluminação...

Com foco em todos
os seres vivos e na Luz Clara...
Expandir entendimento e amor...
Expandir entendimento e amor...
Novo momento para
também recordar o que passou como ensinamentos sobre você e sobre o mundo...

De deixar ir o véu
que encobria a verdadeira percepção...
De perceber a unidade
de todas as coisas vivas...
De renascer e reviver a Luz na nova vida...
De renascer e reviver a Luz na nova vida...
De deixar-se guiar
pelas novas experiências...
Experiências da
energia vital da Luz...

Da Luz da chama
sem fim da vida...
Da vida mutável e em processo de transformação...
Da vida mutável e em processo de transformação...
Da Luz resplandecente...
Além de todas as transformações... brilhando... comovente... feliz...
Sem princípio e sem fim...
Além de todas as transformações... brilhando... comovente... feliz...
Sem princípio e sem fim...
Inspirado no Livro Tibetano dos Mortos ou O Bardo Thodol - 1o. Bardo
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